IA na sala de aula: entre o deslumbramento e o pânico
A IA “emburrece”? O que as pesquisas mostram de fato sobre ensinar e aprender com IA, o que não mostram, e como tomar decisões pedagógicas com critério.
- Público
- Professores, coordenações, gestores escolares e universitários
- Duração
- 60 a 90 minutos
- Formato
- Palestra, aula magna, semana pedagógica
Objetivos
- Separar evidência de alarde nas notícias sobre IA e cognição
- Oferecer critérios para decisões pedagógicas sobre o uso de IA
Tópicos
- O estudo do MIT sobre “débito cognitivo” e seus limites
- Reorganização, e não perda, da cognição
- Letramento algorítmico de professores e estudantes
Erosão epistêmica: a IA e a formação de pesquisadores
Por que regras de conformidade não bastam e o que a pós-graduação precisa fazer para que a IA não substitua o aprender a pensar por escrito.
- Público
- Programas de pós-graduação, orientadores, pesquisadores em formação
- Duração
- 60 a 90 minutos
- Formato
- Aula magna, mesa-redonda, seminário
Objetivos
- Discutir os efeitos da IA generativa na formação de pesquisadores
- Propor uma agenda formativa que vá além da regulação
Tópicos
- Referencial do MEC, Portaria CNPq e Política de IA da Compós
- Escrita acadêmica, autoria e letramentos
- O papel da orientação na era da IA
Pensamento crítico na era da IA: como ensinar a duvidar das máquinas
Respostas rápidas e bem escritas não são, por si só, respostas verdadeiras. Como formar estudantes que perguntam melhor, checam fontes e reconhecem os limites da IA.
- Público
- Professores da educação básica e superior, coordenações, estudantes
- Duração
- 60 a 90 minutos
- Formato
- Palestra, oficina, semana pedagógica
Objetivos
- Desenvolver critérios para avaliar respostas geradas por IA
- Propor atividades que usem a IA para exercitar, e não substituir, o pensamento
Tópicos
- Alucinações, vieses e referências inventadas
- Checagem de fontes e leitura crítica
- Autoria e escrita com IA
- Atividade prática: auditar uma resposta de IA em sala
Racismo algorítmico: quando a tecnologia reproduz desigualdades
Reconhecimento facial, sistemas de recomendação e geradores de imagem não são neutros. Como decisões automatizadas afetam o acesso a crédito, emprego, segurança, educação e serviços públicos, e por que eficiência tecnológica não garante justiça social.
- Público
- Professores, estudantes, gestores públicos, organizações de direitos humanos
- Duração
- 60 a 90 minutos
- Formato
- Palestra, aula, oficina
Objetivos
- Compreender como dados e algoritmos reproduzem preconceitos
- Relacionar discriminação algorítmica e direitos humanos
Tópicos
- Reconhecimento facial e segurança pública
- Representação de pessoas negras em ambientes digitais
- Decisões automatizadas e acesso a direitos
- Atividade prática: comparar imagens geradas por IA e investigar quem aparece e quem desaparece
Inteligência artificial como tema de redação do ENEM
Recortes argumentativos e repertórios para escrever sobre IA, com destaque para a discriminação algorítmica como repertório para discutir problemas sociais brasileiros.
- Público
- Estudantes do ensino médio, professores de redação e língua portuguesa, cursos pré-vestibulares
- Duração
- 50 a 90 minutos
- Formato
- Aula, oficina de redação, palestra
Objetivos
- Apresentar possíveis recortes sobre IA para a redação
- Construir repertório legítimo e propostas de intervenção consistentes
Tópicos
- Recortes: desigualdade, trabalho, educação, privacidade, desinformação e regulação
- Discriminação algorítmica como repertório: racismo, sexismo, desigualdade social e exclusão digital
- Direitos humanos, falta de fiscalização e responsabilidade das empresas e do Estado